Saltei a mais ou menos 1 km de distancia de mim, meu consciente dizia o quanto era imaturo o subconsciente.
Saltei a mais ou menos 1 km de meu consciente e cheguei ao subconsciente, e ele dizia que talvez houvesse super ego demais. Ou em demasia percentual de ID?
Talvez o egocentrismo que carregam as entranhas do falso escudo projetado pelo espelho seja mera defesa, ou propositalmente um ataque.
Capsula de várias cores eram aspiradas por minha faringe, na laringe parecia haver uma supressão de ar.
Com o gosto terroso em minha língua provo que mais uma vez não sou capaz de abstrações.
Às vezes gostaria que perdurasse em mim o sangue frio de uma barata. Tudo bem perderia a cabeça algumas vezes tomariam alguns pisões, umas vassouradas, mas, pela manhã recobraria meu corpo, minha cabeça e voltaria a viver.
Espelho, espelho meu existe alguém tão mesquinha quanto eu?
Saltei...
Não, de verdade agora não sei onde estou.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
O Reverso...
Imagine se você tivesse uma moeda, como as que você conhece, só que com uma pequena diferença de uma lado você possuí a sorte e de outro o azar. Jogaria?
O antigo jogo de "cara" ou " coroa"?
Cara você ganha coroa você perde!
A Sorte "cara" é algo totalmente prejorativo pois ganhar nem sempre é o objetivo, ou é?
Já o reverso "coroa" te faz sempre zerar ou ser zerado.
Quando se coloca em prática isso deixa de ser brincadeira.
O quanto é positivo a vitória ou o quanto é positivo a derrota, estou certa?
Mas, se você ganha você adquiri, se você perde você possuí um deficit.
Como é possível a derrota ser positiva e a aquisição de sorte negativa?
Por um simples detalhe GANHAR e PERDER faz parte da vida!
PORRA!
O antigo jogo de "cara" ou " coroa"?
Cara você ganha coroa você perde!
A Sorte "cara" é algo totalmente prejorativo pois ganhar nem sempre é o objetivo, ou é?
Já o reverso "coroa" te faz sempre zerar ou ser zerado.
Quando se coloca em prática isso deixa de ser brincadeira.
O quanto é positivo a vitória ou o quanto é positivo a derrota, estou certa?
Mas, se você ganha você adquiri, se você perde você possuí um deficit.
Como é possível a derrota ser positiva e a aquisição de sorte negativa?
Por um simples detalhe GANHAR e PERDER faz parte da vida!
PORRA!
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
X + Y = X
QUEM CALA CONSENTE?
Quem - Pronome interrogativo, Qual pessoa?.Quem fez?Quem falou?Quem ficou?
Pronome - Conforme a gramática palavra que substituí o nome.
Nome - Substantivo comum que é dado, referenciado a quem?
Opa espera, Quem é (x) = a interrogação de um pronome (y) + nome (z) + (1x+y+z)
Tá isso é uma equação, então a língua portuguesa tem a ver com a matemática?
Vou resolver a equação...
x = y + z + (1x + y + z)
1x² = y² + z²
x² = y² + z²
1
x² = 1y² + 1z²
x = 2yz²
x = Você.
Tá não vou dar o significado de você, você pode ser você ou outro você que é a mesma coisa de ser você, ok?
Cala = 3ª Pessoa no Singular / Verbo empregado no Presente do Indicativo de Calar.
Calar = Verbo Intransitivo e Pronome.
Significado de Calar = Não falar, não produzir som ou ruído, não dizer, impor silêncio, reprimir, conter... E outros.
Então quem = você e cala = aquele que é referenciado como quem que é você. Você tem que cala não falar nada NE?
Consente = 3 ª pessoa no Singular Presente do indicativo.
Consente significado = ato de concordar, não esboçar reação, dar consentimento, tolerar admitir e outras coisas.
Então quando digo QUEM CALA CONSENTE!
É que você que é um sujeito oculto, que pode ser qualquer substantivo transitivo, direto ou indireto não se pronuncia, se cala, não esboça reação e tolera tal situação comentário ou quaisquer ações de questionamento da razão ao consenso de falsas verdades. Sim?
Enfim, se você fica quieto e não fala nada você me deixa pensar o que eu quiser tá?
Quem - Pronome interrogativo, Qual pessoa?.Quem fez?Quem falou?Quem ficou?
Pronome - Conforme a gramática palavra que substituí o nome.
Nome - Substantivo comum que é dado, referenciado a quem?
Opa espera, Quem é (x) = a interrogação de um pronome (y) + nome (z) + (1x+y+z)
Tá isso é uma equação, então a língua portuguesa tem a ver com a matemática?
Vou resolver a equação...
x = y + z + (1x + y + z)
1x² = y² + z²
x² = y² + z²
1
x² = 1y² + 1z²
x = 2yz²
x = Você.
Tá não vou dar o significado de você, você pode ser você ou outro você que é a mesma coisa de ser você, ok?
Cala = 3ª Pessoa no Singular / Verbo empregado no Presente do Indicativo de Calar.
Calar = Verbo Intransitivo e Pronome.
Significado de Calar = Não falar, não produzir som ou ruído, não dizer, impor silêncio, reprimir, conter... E outros.
Então quem = você e cala = aquele que é referenciado como quem que é você. Você tem que cala não falar nada NE?
Consente = 3 ª pessoa no Singular Presente do indicativo.
Consente significado = ato de concordar, não esboçar reação, dar consentimento, tolerar admitir e outras coisas.
Então quando digo QUEM CALA CONSENTE!
É que você que é um sujeito oculto, que pode ser qualquer substantivo transitivo, direto ou indireto não se pronuncia, se cala, não esboça reação e tolera tal situação comentário ou quaisquer ações de questionamento da razão ao consenso de falsas verdades. Sim?
Enfim, se você fica quieto e não fala nada você me deixa pensar o que eu quiser tá?
A.I. - Infraestrutura Abdicada
Transformação inconstante, montagem de fusíveis, cabos conectados, e forma metálica de cores frias.
Sons préprojetados por batimentos cardíacos vazios, clonados fios de queratina, olhar brilhante de luz, uma capa sobreposta pela estrutura metálica.
Nascido, formado, fabricado, construído, feito, pintado e vida!
Eu, ser de pouca ação e reação programada.
Programado para viver por um ser, montado para apenas o deleite de seu orgulho.
Prepotência de faturamento milionário.
Formação das minhas perspectivas frias, você meu objeto de maquinado amor.
Construído para suprir minhas necessidades de fundação humana.
Máquina, pedaço de peça descartável no momento oportuno.
A vida só terá sentido para mim, você é meu objeto de diversão, meu robô humano, para os meus, só os meus sentidos e sentimentos.
Não lhe amo, mas o que importa não é isso. O que importa é que você me ama e eu?
Eu, não!
Mas, brinquedos fazem parte da infância.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Cheiro do Ralo
Não conseguia dormir. Emergia e Submergia algo que me inebriava.
Gerava-me imenso incomodo.
Parecia circular por todos os cômodos, tratava-se de uma onda escura, negra.
Soltava meu corpo por entre os lençóis e instantaneamente fechava a "fuça".
De bruços sufocava-me, de lado abafava-me, pés apontados para o céu e braços a angulo de 90°.
Flexionava as pernas, reter, com muita força meus membros, fugia daquele odor.
Parecia que havia habitado com os corvos. Carniça pura, carne podre.
Debatia-me, podia escutar o escoamento de algo líquido, talvez fosse o limbo de minha face demarcada.
Apertava-me e sufocava-me sem ar. Suspirava fundo, inspirava e aspirava pela grande mordaça.
Prendia a respiração por segundos e baforava no ar. Afagava-me por debaixo da coberta, contraia-me e nada fazia parar tal cheiro ou fedor.
Os olhos marejados por um líquido seboso ardiam-me a ponta das narinas.
A garganta já estava embargada não conseguia me concentrar precisava respirar para isso.
Por horas permaneci esfregando-me contra os lençóis e a coberta. Em pausado ressonar de ar.
Puxava o mínimo de ar por entre minhas narinas, como se fosse um rato a farejas comida, incisivamente contraia em intervalos de segundos.
Movi meus pés para o chão ascendi à luz e comecei a farejar como um animal por sua presa, suspirava e prendia o ar com toda a força, abria minha fronte como se rasgasse todo o ar.
Movia-me mais de pressa quando sentia a aproximação do fedor.
Em minha fronte parecia ter um buraco imenso para entrada e saída de ar.
Cheguei próximo a latrina e encontrei minha presa.
Que odor desgraçado vinha de tal.
Aproximei-me abordei meus dejetos, levantei os braços ferozmente e puxei a descarga.
domingo, 17 de outubro de 2010
Matutino
Mesmice diagnosticada.
Acordes desafinados, de supostas canções castigadas pelo tempo.
Ao fundo um grito de repressão que ecoa dentro de mim.
Culpado ou Inocente?
Em torno às grades de mim, esboço um plano.
Ao cavar meu buraco percebo que já existe.
Vagarosamente caminho em espaços, falta de luz.
O susto foi mortal, senti como se houvera me matado.
Mas, não. Apenas despertei de um sonho profundo e de rotina.
Acordes desafinados, de supostas canções castigadas pelo tempo.
Ao fundo um grito de repressão que ecoa dentro de mim.
Culpado ou Inocente?
Em torno às grades de mim, esboço um plano.
Ao cavar meu buraco percebo que já existe.
Vagarosamente caminho em espaços, falta de luz.
O susto foi mortal, senti como se houvera me matado.
Mas, não. Apenas despertei de um sonho profundo e de rotina.
PERIGO
Porque tentar preencher lacunas?
Aqui quem escreve é o erro e o acerto. Acerto de falhas e erros de sorte.
Não acredito em mim.
Magôo-me a todo tempo.
Ouço pingos d’água.
Está tudo tão quieto, ta tudo tão calado.
Eu estou aqui a sós comigo, presenciando a destruição.
No meu corpo deveria estar escrito: DANGER.
Cuidado não se aproxime. Cuidado...
As luzes piscam, o tempo retrocede e Buuuuuuuuuuummmmm.
Aqui quem escreve é o erro e o acerto. Acerto de falhas e erros de sorte.
Não acredito em mim.
Magôo-me a todo tempo.
Ouço pingos d’água.
Está tudo tão quieto, ta tudo tão calado.
Eu estou aqui a sós comigo, presenciando a destruição.
No meu corpo deveria estar escrito: DANGER.
Cuidado não se aproxime. Cuidado...
As luzes piscam, o tempo retrocede e Buuuuuuuuuuummmmm.
Começo, Meio e Fim...
Lembra quando eu disse pra sempre?
Acabou...
Lembra quando você disse que eu era única?
Não sou...
Lembra quando do alto gritou por mim?
Silenciou...
Lembra quando sonhávamos com nosso canto?
Desencantou...
Lembra que tudo era cheio de algo?
Esvaziou...
Lembra dos nossos beijos?
Azedou...
Lembra?
Findou...
Acabou...
Lembra quando você disse que eu era única?
Não sou...
Lembra quando do alto gritou por mim?
Silenciou...
Lembra quando sonhávamos com nosso canto?
Desencantou...
Lembra que tudo era cheio de algo?
Esvaziou...
Lembra dos nossos beijos?
Azedou...
Lembra?
Findou...
Abismo
Olhando seu sono e sonhando seu sonho, mal percebo teus olhos abertos.
Os lábios adormecidos, as mãos num envoltório fetal. As pernas semi-flexionadas, semblante tranqüilo, anjo.
Respiração profunda, batimentos cardíacos controlados, cabelos longos.
Saio dos lençóis amassados.
O som do atrito de meus ossos te acorda.
Não, não. Não abra os olhos.
Eles me mostram a verdade.
Os lábios adormecidos, as mãos num envoltório fetal. As pernas semi-flexionadas, semblante tranqüilo, anjo.
Respiração profunda, batimentos cardíacos controlados, cabelos longos.
Saio dos lençóis amassados.
O som do atrito de meus ossos te acorda.
Não, não. Não abra os olhos.
Eles me mostram a verdade.
Boneca de Pano
Eu tinha uma boneca, era minha preferida. O nome dela era Sapeca.
Talvez em demasia clichê, agora que cresci.
Mas, se você pudesse voltar a ser criança, voltaria?
Crescer dói. Amadurecer às vezes passa do ponto.
Talvez a minha única preocupação antes, era não posso ficar de castigo.
Queria poder lhe ninar, te colocar num carrinho de boneca e passear contigo.
Por longas tardes conversávamos, tomávamos chá, falávamos de meninos. Lembra daquele com cabelo “tijelinha”? Os olhos pareciam pedaços roubados do céu.
Só você sabia meus segredos, só você cuidava de mim.
Cadê você?
Cabelos loiros, pele branca, olhos azuis, bochecha rosada, mãos pequenas, vestidinho rosa, pano.
Os retalhos que sobraram de uma precocidade não desejada.
Cá estou a lembrar de ti.
Pena que meu mundo ficou grande demais para você.
Talvez em demasia clichê, agora que cresci.
Mas, se você pudesse voltar a ser criança, voltaria?
Crescer dói. Amadurecer às vezes passa do ponto.
Talvez a minha única preocupação antes, era não posso ficar de castigo.
Queria poder lhe ninar, te colocar num carrinho de boneca e passear contigo.
Por longas tardes conversávamos, tomávamos chá, falávamos de meninos. Lembra daquele com cabelo “tijelinha”? Os olhos pareciam pedaços roubados do céu.
Só você sabia meus segredos, só você cuidava de mim.
Cadê você?
Cabelos loiros, pele branca, olhos azuis, bochecha rosada, mãos pequenas, vestidinho rosa, pano.
Os retalhos que sobraram de uma precocidade não desejada.
Cá estou a lembrar de ti.
Pena que meu mundo ficou grande demais para você.
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